BEM-VINDO A EXU,
BERÇO DE LUIZ GONZAGA.

Sabe aquele famoso pé de serra onde Gonzagão deixou ficar seu coração? Ele fica em Exu, município com pouco mais de 30 mil habitantes, localizado ao pé da serra do Araripe, sertão pernambucano. Luiz sempre foi um ativista e grande reivindicador social de Exu. Ele foi o responsável pela chegada de telefone, sinal de TV, asfalto e energia elétrica nas áreas rurais da cidade nos anos 70. Sua popularidade trouxe holofotes para a pequena cidade, que passou a respirar e cultuar seu filho ilustre.

Por onde quer que você vá em Exu, lojas, praças, ruas, pousadas, restaurantes e todo tipo de comércio local fazem questão de homenagear o Rei do Baião, seja em suas fachadas, contando um pouco de sua história e até dando seu nome aos estabelecimentos. Mais uma prova viva de que Exu é tão apaixonada por seu Luiz quanto ele foi por esse seu querido pé de serra.

 

No meu pé de serra

Luiz Gonzaga

Lá no meu pé de serra
Deixei ficar meu coração
Ai, que saudades tenho
Eu vou voltar pro meu sertão
No meu roçado trabalhava todo dia
Mas no meu rancho tinha tudo o que queria
Lá se dançava quase toda quinta-feira
Sanfona não faltava e tome xóte a noite inteira
O xóte é bom
De se dançar
A gente gruda na cabôcla sem soltar
Um passo lá
Um outro cá
Enquanto o fole tá tocando,
tá gemendo, tá chorando,
Tá fungando, reclamando sem parar.

Velho Novo Exu

Luiz Gonzaga e Silvio Moacir de Araujo

Já já, futuca seu Felipe
Vamos pro Araripe
Que os Gonzaga vão chegar
Já, já, te apeia Mané Bento
Amarra teu jumento
Pega Zefa pra dançar.............bis
A minha terra é pobre
Porém meu povo é nobre
Eu quero ver o meu velho novo Exu
Meu pé de mulungú
Que me traz recordação
Eu quero ver, Da. Ceça de Lulu
Descer de do caititu
Dando vivas ao São João

 

BEM VINDO A EXU,
BERÇO DE LUIZ GONZAGA

Sabe aquele famoso pé de serra onde Gonzagão deixou ficar seu coração? Ele fica em Exu, município com pouco mais de 30 mil habitantes localizado ao pé da serra do Araripe, sertão pernambucano. Luiz sempre foi um ativista e grande reivindicador social de Exu. Ele foi o responsável pela chegada de telefone, sinal de TV, asfalto e energia elétrica nas áreas rurais da cidade nos anos 70. Sua popularidade trouxe holofotes para a pequena cidade, que passou a respirar e cultuar seu filho ilustre.

Por onde quer que você vá em Exu, lojas, praças, ruas, pousadas, restaurantes e todo tipo de comércio local fazem questão de homenagear o Rei do Baião, seja em suas fachadas, contando um pouco de sua história e até dando seu nome aos estabelecimentos. Mais uma prova viva de que Exu é tão apaixonada por seu Luiz quanto ele foi por esse seu querido pé de serra.

 

No meu pé de serra

Luiz Gonzaga

Lá no meu pé de serra
Deixei ficar meu coração
Ai, que saudades tenho
Eu vou voltar pro meu sertão
No meu roçado trabalhava todo dia
Mas no meu rancho tinha tudo o que queria
Lá se dançava quase toda quinta-feira
Sanfona não faltava e tome xóte a noite inteira
O xóte é bom
De se dançar
A gente gruda na cabôcla sem soltar
Um passo lá
Um outro cá
Enquanto o fole tá tocando,
tá gemendo, tá chorando,
Tá fungando, reclamando sem parar.

Velho Novo Exu

Luiz Gonzaga e Silvio Moacir de Araujo

Já já, futuca seu Felipe
Vamos pro Araripe
Que os Gonzaga vão chegar
Já, já, te apeia Mané Bento
Amarra teu jumento
Pega Zefa pra dançar.............bis
A minha terra é pobre
Porém meu povo é nobre
Eu quero ver o meu velho novo Exu
Meu pé de mulungú
Que me traz recordação
Eu quero ver, Da. Ceça de Lulu
Descer de do caititu
Dando vivas ao São João

 

LUGARES DE LUIZ

MARCO DO NASCIMENTO

Luiz nasceu numa pequena casa de taipa na Fazenda Caiçara, em Exu. Quando ele tinha 11 anos, a casinha foi levada por uma inacreditável enxurrada em pleno sertão pernambucano. Por isso, da casa original, nada restou. O marco foi erguido levando-se em conta sua possível localização dentro do terreno.

CASA DE JANUÁRIO

Após o episódio da enxurrada, toda a família Gonzaga se mudou para uma singela casinha na Fazenda Araripe. Foi pra lá que Luiz voltou após 16 anos de ausência, no episódio narrado na música “Respeita Januário”.

Em uma das versões da música, o próprio Gonzagão fala da recepção do velho Januário: “Ele encadeou-se, levantou o candeeiro acima da cabeça, me interrogou: quem é o senhor?” "Luiz Gonzaga, seu filho” "Isso é hora de você chegar em casa seu corno? Santana, Gonzaga chegou!”. Hoje, sabe-se que essa versão foi apenas imaginada por Luiz, já que Santana foi buscá-lo no Rio de Janeiro e ambos voltaram juntos ao Araripe. Januário já tinha contratado um sanfoneiro e foram três dias de festa no povoado.

ARARIPE

A Fazenda Araripe é hoje um pequeno povoado localizado a 13km de Exu. Abrigou a família Gonzaga depois que a enxurrada levou embora a casa deles na Fazenda Caiçara, logo ao lado.

Por lá, ainda está a famosa casa de taipa amarela da família e a escola Luiz Gonzaga, que leva seu nome não por acaso: era o próprio Luiz quem pagava o salário dos professores.

LUGARES DE LUIZ

MARCO DO NASCIMENTO

Luiz nasceu numa pequena casa de taipa na Fazenda Caiçara, em Exu. Quando ele tinha 11 anos, a casinha foi levada por uma inacreditável enxurrada em pleno sertão pernambucano. Por isso, da casa original, nada restou. O marco foi erguido levando-se em conta sua possível localização dentro do terreno.

CASA DE JANUÁRIO

Após o episódio da enxurrada, toda a família Gonzaga se mudou para uma singela casinha na Fazenda Araripe. Foi pra lá que Luiz voltou após 16 anos de ausência, no episódio narrado na música “Respeita Januário”.

Em uma das versões da música, o próprio Gonzagão fala da recepção do velho Januário: “Ele encadeou-se, levantou o candeeiro acima da cabeça, me interrogou: quem é o senhor?” "Luiz Gonzaga, seu filho” "Isso é hora de você chegar em casa seu corno? Santana, Gonzaga chegou!”. Hoje, sabe-se que essa versão foi apenas imaginada por Luiz, já que Santana foi buscá-lo no Rio de Janeiro e ambos voltaram juntos ao Araripe. Januário já tinha contratado um sanfoneiro e foram três dias de festa no povoado.

ARARIPE

A Fazenda Araripe é hoje um pequeno povoado localizado a 13km de Exu. Abrigou a família Gonzaga depois que a enxurrada levou embora a casa deles na Fazenda Caiçara, logo ao lado.

Por lá, ainda está a famosa casa de taipa amarela da família e a escola Luiz Gonzaga, que leva seu nome não por acaso: era o próprio Luiz quem pagava o salário dos professores.

PARQUE AZA BRANCA

Com 1500 hectares, o parque fica em uma antiga fazenda comprada por Luiz nos anos 70. Foi o próprio Gonzagão o grande idealizador do local. Ele sabia que precisava deixar um legado para o seu povo e para o mundo, preservando seu nome e exibindo a sua obra.

O local leva esse nome por causa do pássaro asa-branca, imortalizado na música que ficou conhecida na voz de Gonzagão como o hino do nordeste. A grafia do parque leva a letra “z" para acompanhar o “z" de Luiz e também de Gonzaga.

“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor".

MUSEU DO GONZAGÃO

Reúne o maior acervo sobre sua carreira: gibãos, prêmios, discos,
livros, recortes de jornal, sanfonas e, claro, muitas histórias.

MAUSOLÉU

Abriga os restos mortais de Gonzagão e de sua mulher Helena,
e foi construído por Gonzaguinha, seu filho.

CASA DE JANUÁRIO

Foi ali que o “vovô do baião” viveu seus últimos anos de vida.
A casa ainda preserva muitos de seus móveis originais.

CASA DE LUIZ GONZAGA
E SUA ESPOSA HELENA

Local onde Luiz viveu seus últimos sete anos de vida. O quarto do casal permanece intacto, assim como as bebidas que ele gostava de bebericar em seu bar. A casa é aberta à visitação, assim como tudo dentro do Parque Aza Branca.

PARQUE AZA BRANCA

Com 1500 hectares, o parque fica em uma antiga fazenda comprada por Luiz nos anos 70. Foi o próprio Gonzagão o grande idealizador do local. Ele sabia que precisava deixar um legado para o seu povo e para o mundo, preservando seu nome e exibindo a sua obra.

O local leva esse nome por causa do pássaro asa-branca, imortalizado na música que ficou conhecida na voz de Gonzagão como o hino do nordeste. A grafia do parque leva a letra “z" para acompanhar o “z" de Luiz e também de Gonzaga.

“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor".

MUSEU DO GONZAGÃO

Reúne o maior acervo sobre sua carreira: gibãos, prêmios, discos,
livros, recortes de jornal, sanfonas e, claro, muitas histórias.

MAUSOLÉU

Abriga os restos mortais de Gonzagão e de sua mulher Helena,
e foi construído por Gonzaguinha, seu filho.

CASA DE JANUÁRIO

Foi ali que o “vovô do baião” viveu seus últimos anos de vida.
A casa ainda preserva muitos de seus móveis originais.

CASA DE LUIZ GONZAGA
E SUA ESPOSA HELENA

Local onde Luiz viveu seus últimos sete anos de vida. O quarto do casal permanece intacto, assim como as bebidas que ele gostava de bebericar em seu bar.
A casa é aberta à visitação, assim como tudo dentro do Parque Aza Branca.